
Nós somos floristas. E dedicamos o nosso tempo para encontrar, arranjar e entregar histórias com o poder de transformar outras histórias. Nossas flores são pessoas e suas trajetórias inspiradoras.
Cor, cheiro, toque, beleza, afeto… tanto poder tem uma flor de nos inspirar. Por isso, agora também estaremos lá na Revista dos Sentidos, felizes por cumprir nosso destino de florista: entregar flores além dos limites do nosso quintal.
A Revista dos Sentidos é nossa nova casa. Um lugar perfeito para contarmos histórias de mulheres e suas formas de sentir e se manifestar no mundo.
A gente espera que as experiências que vamos compartilhar despertem você em todos os sentidos. E, quem sabe, você também possa transformar a sua história em uma flor.
Conta pra gente: que parte da sua vida faz mais sentido? @–;—
Inverno é assim.
Um tempo de recolher, tempo bom para diminuir o movimento externo e voltar-se para o interno.
Olhar pra dentro. É um tempo para refletir, olhar o que você plantou, cuidar e aquecer sua terra enquanto a primavera não chega.
Tempo de contrair, para depois expandir – com foco e firmeza em tuas raízes.
A Florista está assim: em “tempos de inverno”.
E nesse tempo, convidamos vocês para olhar junto nosso “plantio”, feito até aqui.
Você conhece todas nossas histórias? Não? Te convido a conhecer nossas “Flores”.
É muita inspiração para você refletir e quem sabe ter uma ideia do que quer colher nessa primavera.
Estamos aqui, agora, olhando para nosso jardim. Refletindo sobre quais flores queremos colher, com esperança de uma farta colheita – uma primavera muito florida!
Aguardem e até lá!
As Floristas @–;—
Continuando nas histórias de Eliza e nas coisas belas que ela tem necessidade de dividir, encontramos esse vídeo de Eduardo Galeano feito pelo Canal Brasil, em sua página no Facebook que é inspiração em cada palavra e imagem. Na entrevista belíssima, Galeano traz uma reflexão sobre a importância das histórias e fala sobre seu olhar, o qual ele simpatiza com a idea de que seja um no microscópio, outro no telescópio. Ideia essa, que, para minha surpresa e alegria definiu perfeitamente o intuito da A Florista em contar as histórias e fazeres de pessoas anônimas. Assista. Vale cada respiração. :)
” … Ser capaz de olhar o que não se olha, mas que merece ser olhado. As pequenas, as minúsculas coisas da gente anônima, da gente que os intelectuais costumam desprezar. Esse micro-mundo onde eu acredito de verdade que se alimenta a grandeza do Universo, e ao mesmo tempo ser capaz de contemplar o Universo através do buraco da fechadura, ou seja, a partir das pequenas coisas, ser capaz de olhar as grandes. Os grandes mistérios da vida. Há o mistério da dor humana, mas também há o mistério da persistência humana, às vezes inexplicável de lutar por um mundo que seja a casa de todos e não a casa de pouquinhos e o inferno da maioria. A capacidade de beleza, a capacidade de formosura, da gente mais simples, às vezes mais singela, que tem uma insólita capacidade de formosura que às vezes se manifesta em uma canção, em um grafite, ou em uma conversa qualquer, a que tem as crianças.”
Mobilize seus amigos e faça acontecer!
Incentive ideias e pessoas em que acredita.

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