O Paulo é designer gráfico, faz mil coisas nessa área, mas sua paixão mesmo, é o cinema.
Três vezes por semana, mínimo, ele está lá, sozinho, até (o que não é um problema, muito pelo contrário); entregue a si mesmo em uma poltrona, de frente para a tela, no escuro, viajando nas histórias, nas imagens, nas vinhetas, na direção de arte, no tratamento, no roteiro, enfim. No cinema, na “sétima arte”, como dizem, nas possibilidades para onde ela o conduz.
De vez em “sempre” passa pela cabeça dele fazer “coisas belas, assim”. Por que não?
Foi aí que ele comprou uma câmera. Um tripé. O computador ele já tinha.
Juntou tudo isso e começou a… isso: fazer. Nosso tão falado e adorado :) FAZER!
Sem pretensão, sem pensar muito, com muita vontade e muito prazer, começou a estudar as possibilidades da arte de fazer vídeos , vinhetas, pensar em um roteiro…
Foi aí que ele conheceu o IdeaFixa, conhece?. O tema proposto era (lógico), “Futebol.” Arriscou e chutou para o gol.
Seu vídeo ficou entre os finalistas.
Certeza. Se depender da torcida, um dia veremos Paulinho fazer um golaço e ser campeão com seus filmes, vídeos, etc… por aí – pelo mundo.
Senta aí que vai começar:
Dedobol from Paulo Tripitelli on Vimeo.
“O cinema não tem fronteiras nem limites. É um fluxo constante de sonho”. Orson Welles
Tem dias, semanas, momentos, ou até… tempos! Isso: “tempos”; em que parece que nada será capaz de devolver tua beleza, tua inspiração, tua vontade de dizer que a “vida é bonita, é bonita e é bonita”. A sensação é de um frio interno, de um olhar opaco, teu sorriso é amarelo. É aquele dia em que nos vestimos de cinza e sentimos saudade de cor, de vida, de brilho, de inspiração, enfim. É quase uma perda. Sim, perder a beleza é perder a confiança no que pode ser belo. E é essa cor, essa vida, esse “brilho”, essa beleza, que acende uma centelha divina e nos faz seres criativos, férteis, poderosos e capazes de mudar o mundo, nem que esse mundo, seja seu “pequeno mundo”: sua casa, suas relações, seu viver diário.
Nesse tempo cinzento e nublado, parece que nunca mais teremos dias de sol. Aí então, é que o processo criativo dói. É doloroso buscar esse brilho, essas cores… dá trabalho, pode ser frustrante: “…e se eu não encontrar?” “Ah… não vai dar… a vida é assim mesmo…” Nos colocamos todas as desculpas para não ter que encontrar e continuar no mesmo lugar. Hoje, me disseram que estamos exatamente aonde queríamos estar. Difícil assumir, mas assim é. Então, me pergunto se não é tudo uma questão de escolha, mesmo.
E descubro que até para fazer boas escolhas, tenho que estar inspirada, tenho que ser uma flor, colorida e vibrante. Não uma esmurecida, sem forças para se reerguer. E é nesse tempo “cinza” que há de se ter mais e mais vontade de reencontrar a cor. E daonde encontrar essa vontade? Pode ser no processo criativo. É por isso que ele é regenerador, sanador, curador. É no encontro com o belo, com o fazer, com a possibilidade de CRIAR que faço meu “religare”. Religo meus propósitos, minha fé, reencontro a vontade de dizer que a vida é bonita e sigo adiante.
Tem dias que não é possível o processo, criar, nem ao menos se despir do cinza.
Dias assim, um blog como o de Geninne é um bálsamo para os olhos. É colorido, vivo e brilhante e cheio de amor à vida.
As “artes” de Geninne são quase como um resgate para a alma :)
Geninne é uma artista, uma artesã apaixonada pela cor, pelo que é vivo, pela beleza.
Em dias assim, te dedico uma volta por essas imagens, no fazer de Geninne. Para mim, faz sempre um bem enorme.
Para saber mais sobre essas imagens e sobre a Geninne, vai lá: http://blogdelanine.blogspot.com/
Seu nome é Kristina, ela é designer e vive em Milão, Italia. Esse é o lugar que ela compartilha coisas que a inspiram no dia-a-dia, como a natureza, design, artesanato, patterns, fotografia…
Paletas de cores estão disponíveis no site, para celebrar sua maior paixão: as cores.
Divirtam-se:







Dedon showroom
http://www.frederiquemorrel.com/main.html
Para saber mais sobre a Kristina e seu blog : http://color-stripes.blogspot.com/
Queria contar histórias sobre o fazer de um livro desde a idéia até sua edição e compartilhar com vocês o processo criativo que envolve esse fazer, ou mesmo perceber as possibilidades dele.
Foi aí que conheci um pouco o trabalho da Mariana Lanari, através da revista TPM e encontrei um conteúdo muito bacana aonde ela compartilha o fazer de alguns dos projetos de livros das quais foi a editora responsável. Tudo a ver com o que falamos aqui :) Olha lá:
Nesse vídeo ela descreve seu trabalho e conta como foi fazer : “Dener: O Luxo”, “A Era Chanel” e os 10 volumes da “Coleção Moda Brasileira”, da Editora Cosac Naify, nos quais foi a editora de livros responsável pelas publicações.
“Mariana Lanari faz de tudo para não sair de casa (durante o dia). É editora de livros de arte e moda e membro do conselho editorial da revista Serrote. Tem uma pequena editora independente para publicar livros de artistas, mas gosta mesmo é de cozinhar.” (via @revista_tpm)
O processo de criação de um projeto de livro infantil, continua.
Enquanto isso em uma universidade de Design de Washington… a estudante Lauren Monaco, desenvolveu esse projeto incrível baseado na obra de haikai de Jack Kerouac.
A gente já falou bastante aqui sobre o haikai no post da Karine, para quem quiser degustar mais.
Mobilize seus amigos e faça acontecer!
Incentive ideias e pessoas em que acredita.

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